DANÇA, CORPO E CONTEMPORANEIDADE

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O livro apresenta a dança em conexão a um entendimento de corpo e de contemporaneidade. A concepção de corpo que se tem, interfere, e muito, nos modos como agimos no mundo e, claro, na dança que fazemos, ensinamos e pensamos. Assim abordaremos a ideia de corpo e, especifi camente o corpo que dança na Unidade Temática 1. Na Unidade Temática 2 vamos tratar da noção de contemporaneidade e contemporâneo e, para isso, perspectivas da dança moderna e pós-moderna serão explanadas.

MAPEAMENTO DA DANÇA: DIAGNÓSTICO DA DANÇA EM 8 CAPITAIS DE CINCO REGIÕES DO BRASIL

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O ‘Mapeamento Nacional da Dança’ apresenta-se como um diagnóstico inédito do campo de dança que muito contribuirá no sentido de subsidiar não apenas outras pesquisas na área da cultura e da dança em particular, mas também as políticas educacionais e culturais de nosso país. 

AS DANÇAS NO CANDOMBLÉ: CORPO, RITO E EDUCAÇÃO

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Um livro sobre candomblé escrito por pesquisadores da antropologia ou sociologia não configura nenhuma novidade. Afinal, o estudo das religiões constitui uma importante e tradicional linha de pesquisa nesses campos do conhecimento. Mas que dizer quando alguém de outra área se interessa pelo tema? É o que acontece no caso de As danças no candomblé, de Larissa Michelle Lara, resultado de pesquisas desenvolvidas no mestrado da Faculdade de Educação Física da Unicamp.

IMPROVISAÇÃO EM DANÇA

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O assunto que abordaremos neste livro é de extrema importância para a arte contemporânea, em especial, no que tange às artes da cena (dança, teatro, performance e circo). A improvisação tornou-se uma importante aliada no estudo corporal, nas práticas de técnicas específicas de trabalho do artista cênico, nos processos criativos e nas composições finalizadas de inúmeros artistas – além, é óbvio, de ser um caminho de aprendizado aplicado na arte-educação de maneira a instigar a criatividade, a consciência corporal e percepções diversas nos alunos.
Assim, o que propomos neste texto é uma abordagem dinâmica, tentando passar pela multiplicidade da aplicação da improvisação nas artes da cena, em especial, no que tange à improvisação na arte voltada para a educação.

Abordaremos diferentes autores e caminhos para essa discussão e proporemos alguns exercícios práticos que possam ajudar-nos na ilustração da teoria aqui discutida. Todavia, antes de iniciarmos a explanação é importante que o leitor tenha o corpo e a mente abertos para a leitura, entendendo que improvisar é, antes de tudo, deixar com que memórias, sensações e imagens fluam pelo corpo em forma de movimento e que não é, nem de longe, um trabalho simples como aparenta ser.

DANÇA QUE NÃO SE VÊ

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O livro trata de vários segmentos relativos à dança contemporânea em sua dimensão artística, cientifica e filosófica. Nesse sentido, se aproxima das discussões pedagógicas e dramatúrgicas que tanto nos orientam a pensar em Dança a partir da realidade atual – algo que, em sua complexidade, nos coloca desde já diante de uma certa urgência à publicação; não apenas pelo seu movimento na vida, mas a vida que mobiliza a partir de sua existência.

Neste livro, escrito a várias mãos, predominam escrituras compartilhadas e deseja-se que o leitor possa ter a experiência da estesia ao ler essas páginas como se estivesse em uma sala de espetáculo ou em outros espaços apreciando dança. Nossa intenção de apreciação, aqui nessa escrita de uma dança que não se vê, é da imersão nesses diálogos escritos sobre dança e que estes possam reverberar em outras escritas que tratem dessa temática.

DANÇAR COM O CURRÍCULO CULTURAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA: HISTÓRIAS, IMAGENS E PERFORMANCES

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Aqui no livro de Adriana Gehres e Marcos Neira, cultura é também desestabilização. Mas em se tratando de dança, performance e pedagogia, organismo instável não significa corpo doente. Nesses casos, a contaminação é antes de mais nada bem-vinda. Contaminados por todos (pessoas, lugares, ideias, sonhos, devaneios), é assim que podemos seguir juntos acreditando na educação que, para nós, é uma questão de homeostase. Algo que, de acordo com Damásio, pode se aproximar do conatus de Spinoza e aqui faz pensar, ao mesmo tempo, em um esforço para a vida e em um desejo de viver.

ELEMENTOS DO MOVIMENTO NA DANÇA

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O objetivo geral desta disciplina é subsidiar o estudante a fim de que, de um lado, haja a compreensão de que os elementos do movimento da Dança podem ser coisas, ideias, pessoas, fenômenos do mundo (como a gravidade, o peso, o ar, o vento, o espaço); e de outro, a compreensão de que estes elementos dependem do contexto em que estão, e de que o contexto depende desses elementos. A dança é, pois, um conjunto de vários elementos (como já vimos em Dança, Corpo e Contemporaneidade). Muitos, como já dissemos, são comuns, mas não ocorrem da mesma forma.

HISTÓRIA DA DANÇA

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Este material conta a história da dança utilizando uma linha do tempo que vai das danças primitivas até a dança contemporânea.

FUNDAMENTOS DA DANÇA “CORPO – MOVIMENTO – DANÇA”

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Este livro mostra possibilidades de como podemos começar A PENSAR, perceber e entender a dança através de seu agente natural: O CORPO. Pensamentos e pensadores, épocas e criadores aparecem para delinear a passagem do tempo na trajetória do corpo. Indicações através de exemplos complementares, transformações que ocorreram no percurso da dança, tais como a arte de dialogar com o outro, movimentam o pensamento/corpo e vem fortalecer nosso entendimento do que seja a dança e para que serve como linguagem. Neste material, apresentamos idéias e formas de refletir sobre o movimento humano e sua expressão na arte, por meio da instrumentalização sugerida por técnicos e coreógrafos, pois acreditamos que a pesquisa aparece como elemento necessário para a compreensão de uma dança em um corpo novo a cada dia. Um corpo autêntico, cheio de vida e de energia, capaz de assimilar conceitos e conhecimentos diversos para desenvolver as próprias habilidades de dançar. Enfocamos, assim, as mais diversas formas de pensar o movimento do corpo, sem, necessariamente, executá-los em exercícios. Frederick Matthias Alexander diz “basta pensar para já estar acontecendo movimento”, sugerindo que podemos pensar o corpo e refletir sobre ele, antes de movêlo. Refletimos ainda, sobre a filosofia de Alwin Nikolais e de Angel Vianna, que promovem a dança em um corpo inteligente e sábio, que já sabe dançar. Outros estudiosos do movimento – Milena Morozowicz, Rolf Gelewiski, Alwin Nikolais e Isadora Duncan – sugerem que o improviso atua como base da investigação corporal para que aconteça a dança. Estes nomes, entre outros, dão início à investigação da arte de mover o corpo com consciência e liberdade. De acordo com essa abordagem, o artista irá se debruçar sobre a escolha do destino estético para encontrar, dentro de um universo de possibilidades, o movimento do corpo humano na dança.

AS POÉTICAS, POLÍTICAS DO CORPO E SEUS TRÂNSITOS NAS DANÇAS DO POR-VIR: CADERNO DE RESUMOS EXPANDIDOS

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Nesses cadernos de resumos estão reunidos textos, no formato de resumo expandido, que surgem a partir dos trabalhos apresentados em formato de banners nos comitês temáticos: “Dança em Múltiplos Contextos Educacionais: práticas sensíveis de movimento”; “Dança como Área de Conhecimento: Perspectivas Epistemológicas, Metodológicas e curriculares”; “Dança e(m) Cultura poéticas populares, tradicionais, folclóricas, étnicas e outros atravessamentos”, “Dança, memória e história”, “Corpo e política: implicações em modos de aglutinação e criação em dança”.